O Despertar da Massa Crítica Brasileira

O Despertar da Massa Crítica Brasileira

O mês de junho de 2013 não será mais lembrado na História como o mês em que o Brasil sediou um torneio internacional de futebol preparatório para a Copa do Mundo. Dois importantes movimentos construídos espontaneamente por pessoas aparentemente comuns (estudantes, professores, donas de casa e outros trabalhadores) levaram milhares de pessoas às ruas em São Paulo e em Fortaleza. O motivo inicial mobilizador de ambas as ações foi a violência, que tem muitas faces. As mais visíveis são os assassinatos, os assaltos, o tráfico de drogas, a corrupção e a agressão à natureza. Mas também a incompetência dos governos para lidar com questões tão simples e básicas como o transporte urbano, os congestionamentos , a burocracia e a deficiência crônica da educação e da saúde. Ou então a morosidade e a parcialidade do sistema jurídico brasileiro que é sempre leniente e omisso quando o criminoso tem poder econômico ou político. Enfim, razões não faltam para o cidadão que trabalha e paga muitos impostos, indignar-se com o nível lamentavelmente baixo dos exemplos vindos daqueles que numa democracia exercem o poder para cuidarem bem daquilo que é público.

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Movida completa cinco anos ampliando ações em favor da vida e não violência

Ao completar cinco anos, o Movida – Movimento em Favor da Vida, associação sem fins lucrativos criada sediada em Fortaleza, soma êxitos como referência nacional entre os movimentos pró-vida e se prepara para novos desafios. Ampliar as ações está nos planos da entidade que apresenta duas novidades: Passa a se denominar Movida – Movimento Pela Vida e Não Violência e acaba de eleger nova diretoria. No último dia 11, o presidente Fernando Lobo passou a liderança da entidade para Karla Cruz Montenegro, que assume o cargo de coordenadora geral, de acordo com o novo estatuto. Ela tem 22 anos e é estudante do Curso de Direito da Universidade Federal do Ceará.

“Conheci o Movimento a partir do convite de um amigo. Ambos nos interessávamos pela causa pró-vida e não sabíamos como atuar”, conta. Karla diz que o Movida chamou sua atenção pelo caráter suprapartidário e suprarreligioso , “unindo pessoas diferentes numa mesma causa”. Para ela, Fortaleza se tornou uma das capitais “mais pró-vida do Brasil” desde que o Movida passou a ser mais atuante.

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