Programa: Defesa da Vida Desde a Concepção
[dropcap]S[/dropcap]egundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) são realizados mais de 40 milhões de abortos no mundo todos os anos. Um holocausto silencioso. A cada segundo uma criança é abortada, constituindo a maior matriz de violência do planeta. Em muitos países o aborto é prática garantida em Lei. Em outros como no Brasil o aborto é ilegal mas nem por isso deixa de ser realizado. Durante muitos anos se defendeu o argumento de que até a 12ª semana de gestação não haveria problema em destruir uma vida . Depois dessa fase ficava difícil sustentar esta tese porque todos os órgãos estão formados (cérebro, coração, pulmões, rins, fígado, sistema nervoso) bastando apenas mais alguns meses de gestação para acabarem de se desenvolver. Mas depois da descoberta do DNA e dos avanços de um novo ramo da ciência, a fetologia, não existem mais quaisquer dúvidas sobre o início da vida. A partir do momento em que o óvulo é fecundado pelo espermatozoide, surge uma nova vida, com um novo DNA.

No Brasil apesar do aborto ser considerado crime não existem políticas públicas em nenhuma esfera de governo para prevenir a gravidez indesejada e evitar o assassinato de uma criança. Nem sequer campanhas educativas são realizadas para orientar sobre os riscos do aborto sobre a saúde da mulher. A grande maioria dos partidos políticos despreza este assunto, alguns defendem a legalização do aborto. Nenhum deles pauta o assunto nas campanhas. É a sociedade organizada que tem denunciado esta omissão criminosa. A maioria prefere a comodidade do silêncio diante de um assunto considerado muito polêmico.

O Paz deseja ver o Brasil liderando um movimento mundial a favor da vida, começando dentro de casa.Esta deve ser uma da principais bandeiras do PAZ, seguindo o que disse a pacifista Madre Teresa de Calcutá quando recebeu o prêmio nobel da Paz : “Não haverá Paz na Terra enquanto existir o aborto, pois é uma guerra contra crianças. Se uma sociedade civilizada entende como natural os próprios pais matarem seus filhos, esta sociedade não pode pedir para que as outras pessoas não se matem umas às outras.”

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